JORNAL OLHAR SOCIAL

Jornal Laboratório dos alunos do curso de jornalismo da USCS

EDIÇÃO 48 – Outubro de 2018


EDITORIAL

Chegue mais perto. Esse é o cenário brasileiro contemporâneo. Em um dia, mais de um milênio de história vira cinzas com o incêndio do Museu Nacional que completou, em julho, 200 anos enraizado ao território verde e amarelo. No outro dia, apertamos o “verde” para quem “rouba, mas faz”, para o porte de arma, política personalista e polarização ideológica.

Se tiver coragem, aproxime-se um pouco mais. Afinal, estamos em um País que se relaciona com a cultura e história como um familiar com a prima de terceiro grau. Esse mesmo Brasil se prepara para escrever mais quatro anos de trajetória e, para isso, não consulta nossa dolorosa história ou leva em conta a rica cultura, mas bebe informação da fonte mais popular atualmente: as redes sociais.

Pois veja, em ano de eleições, os ambientes virtuais promovem conhecimento pela informação ou combates de UFC? Do lado direito do ringue, luvas azuis e do esquerdo, vermelhas, e a plateia presencia o que pode ser considerado o debate mais violento desde a Ditadura Militar.  

Agora que enxerga mais claro, querido leitor, faço um pedido: desvie o olhar dessa dicotomia e olhe social. O que tem em mãos, essa mesma plataforma que muitos datam um prazo de validade, é, na verdade, o trabalho jornalístico de alunos que ampliam nossa visão para grandes histórias e projetos que resgatam a mesma cultura queimada por descaso. 

Nessa linha, o repórter Fernando Scerveninas veio mostrar como os sebos, que disseminam a prática da leitura por séculos, se reinventam para sobreviver em meio à tecnologia e internet. Já Larissa Ardenghi  conta um pouco sobre as oficinas de grafite para manifesto da arte, enquanto Ynahra Zamproni nos traz a rádio comunitária Pequeno Cidadão, com foco na transformação e engajamento de jovens.    

A reportagem de Rodrigo Mello nos leva à viagem pelo Japão, com as reuniões do Bunka e as projeta para o outro lado do mundo, mais especificamente, para São Caetano. O Maestro Sílvio Baccarelli, apresentado por Ana Carolina de Azevedo, transformou tragédia em instituto que modifica vida da comunidade por meio da música.

Por fim, a crônica de Gabriella De Aro conclui que somos todos seres políticos e que nossas atitudes, até dentro do ônibus, como falado por Leonardo Tezoto, espelham nossos governantes. 

Você está convidado para expandir seus olhares. Faça uma boa leitura!

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Edição 47 – Ano 9 – Janeiro de 2018


EDITORIAL

Respeito e inclusão, essas são palavras chave que qualquer pessoa deveria entender para conviver em sociedade, entretanto, sabemos que na prática, isso não ocorre. Desta forma, nossa equipe de reportagem foi às ruas para conhecer histórias e situações enfrentadas por cidadãos comuns a fim de expor e mostrar a realidade na qual vivemos.

Por isso, caro leitor, receba em suas mãos a 47º edição do jornal “Olhar Social”, produzido por alunos do 4º semestre do curso de Jornalismo da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Nesta edição, procuramos destacar questões sociais que fazem parte do dia a dia do cidadão e como é a visão das pessoas para temas sensíveis em nossas cidades.

O ano é 2018 e teremos mais uma Copa do Mundo. Diversos países se reúnem para participar desse evento de grande porte, que agora acontece na Rússia. Pensando nisso, o repórter Nino Cyrillo, abordou a questão da inclusão do árbitro de vídeo, conhecido mundialmente como VAR (Video Assistant Referee), procedimento questionado por muitos e que vem causando polêmica em vários campeonatos no mundo. O sistema será implantado na Copa e as discussões e debates não terão um fim tão cedo.

Relacionando também ao mundial, diversos povos, culturas e etnias são envolvidas nesse período da competição e nossa repórter Gabriela Ellin,discorre sobre a recente aceitação de pessoas com cabelos cacheados e crespos, que antigamente, sofriam muito preconceito e para evitar angústia, procuravam tratamentos químicos para alisá-los. Já Bianca Souza, nos traz a reflexão sobre a inclusão de crianças especiais em salas de aula do ensino público, entrevistando coordenadores e profissionais da área que podem alterar esse cenário. Ainda sobre a inclusão, Lucas Nutti, aborda em sua matéria a relação dos deficientes com o video-game, que acabou se tornando um aliado, tanto para diversão e profissão quanto para a saúde, como uma possibilidade de uso da tecnologia para melhorar vidas.

Temos também as matérias das jornalistas Ana Paula, sobre o bullying e a importância do apoio por parte da família nessa situação, e Mariana Moro, que nos conta sobre o Projeto Estrangeiras, realizado pelo ITTC (Instituto Terra, Trabalho e Cidadania), na luta pela garantia dos direitos de mulheres migrantes em instituições prisionais. Além de tudo isso, o jornal conta com uma crônica produzida por Guilherme Pinheiro sobre o desenvolvimento das tecnologias e as dificuldades de adaptação por grande parte da população que está acostumada a fazer diversas atividades de um outro jeito, sem celulares, computadores ou algum aparelho eletrônico. Como ele próprio diz em seu título “ O despertar de uma nova era’’.

Neste ano novo que está apenas começando, muitas situações ainda ocorrerão pela frente e esperamos que você, leitor, reflita sobre o que queremos transmitir em cada matéria e claro, possa encontrar em algum de nossos textos algo que contribua para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Desejamos um 2018 cheio de realizações e uma boa leitura!

Clique no link abaixo para ler edição completa:
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Edição 46 – Ano 8 – Outubro de 2017


EDITORIAL

Respeito e inclusão, essas são palavras chave que qualquer pessoa deveria entender para conviver em sociedade, entretanto, sabemos que na prática, isso não ocorre. Desta forma, nossa equipe de reportagem foi às ruas para conhecer histórias e situações enfrentadas por cidadãos comuns a fim de expor e mostrar a realidade na qual vivemos.

Por isso, caro leitor, receba em suas mãos a 47º edição do jornal “Olhar Social”, produzido por alunos do 4o semestre do curso de Jornalismo da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Nesta edição, procuramos destacar questões sociais que fazem parte do dia a dia do cidadão e como é a visão das pessoas para temas sensíveis em nossas cidades.

O ano é 2018 e teremos mais uma Copa do Mundo. Diversos países se reúnem para participar desse evento de grande porte, que agora acontece na Rússia. Pensando nisso, o repórter Nino Cyrillo, abordou a questão da inclusão do árbitro de vídeo, conhecido mundialmente como VAR (Video Assistant Referee), procedimento questionado por muitos e que vem causando polêmica em vários campeonatos no mundo. O sistema será implantado na Copa e as discussões e debates não terão um fim tão cedo.

Relacionando também ao mundial, diversos povos, culturas e etnias são envolvidas nesse período da competição e nossa repórter Gabriela Ellin,discorre sobre a recente aceitação de pessoas com cabelos cacheados e crespos, que antigamente, sofriam muito preconceito e para evitar angústia, procuravam tratamentos químicos para alisá-los.

Já Bianca Souza, nos traz a reflexão sobre a inclusão de crianças especiais em salas de aula do ensino público, entrevistando coordenadores e profissionais da área que podem alterar esse cenário. Ainda sobre a inclusão, Lucas Nutti, aborda em sua matéria a relação dos deficientes com o video-game, que acabou se tornando um aliado, tanto para diversão e profissão quanto para a saúde, como uma possibilidade de uso da tecnologia para melhorar vidas.

Temos também as matérias das jornalistas Ana Paula, sobre o bullying e a importância do apoio por parte da família nessa situação, e Mariana Moro, que nos conta sobre o Projeto Estrangeiras, realizado pelo ITTC (Instituto Terra, Trabalho e Cidadania), na luta pela garantia dos direitos de mulheres migrantes em instituições prisionais.

Além de tudo isso, o jornal conta com uma crônica produzida por Guilherme Pinheiro sobre o desenvolvimento das tecnologias e as dificuldades de adaptação por grande parte da população que está acostumada a fazer diversas atividades de um outro jeito, sem celulares, computadores ou algum aparelho eletrônico. Como ele próprio diz em seu título “ O despertar de uma nova era’’.

Neste ano novo que está apenas começando, muitas situações ainda ocorrerão pela frente e esperamos que você, leitor, reflita sobre o que queremos transmitir em cada matéria e claro, possa encontrar em algum de nossos textos algo que contribua para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Desejamos um 2018 cheio de realizações e uma boa leitura!

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https://jornalolharsocial.files.wordpress.com/2017/12/olhar_social_46_out_2017_low_res.pdf

Edição 45 – Ano 8 – Março de 2017


EDITORIAL

Nátyla Mota, você não se lembra desse nome, mas com certeza já viu o que aconteceu com a travesti de 21 anos que foi esfaqueada e teve atendimento negado em hospital. Você também não conheceu o Joaquim, mas percebeu que todos, incluindo você, não se sentaram ao seu lado no ônibus porque ele é negro e tem uns dreads na cabeça. E também não deu atenção àquela moça que só queria pedir uma informação, mas viu que ela usava uma saia na altura dos joelhos e cabelos longos e pensou que ela fosse anunciar o evangelho. E a pergunta que eu faço a você, caro leitor é: por quê?

No Brasil milhares de pessoas são mortas por dia, vítimas de intolerância, seja ela racial, sexual, social, cultural ou religiosa. Num país onde as diferenças se tornaram motivo para a adesão ao ódio, acabamos nos esquecendo que somos seres humanos e ao invés de evoluirmos, estamos voltando cada vez mais para trás. E o pior de tudo é que ninguém percebe a gravidade do problema, pois todos estão ocupados demais querendo ter razão sobre tudo.

Você está recebendo agora a 45º edição do jornal “Olhar Social”, produzido por alunos de Jornalismo da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Nesta edição, procuramos mostrar um outro olhar para a sociedade, nossa repórter Andressa Claudino nos conta como a Fernanda, bailarina formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, fundou a única companhia de ballet para cegos do mundo. E para você sentir as dificuldades de um deficiente visual, Camila Zola trouxe para nós o perfil de Mariana.

Nathalia Lisboa nos conta a história da Trupe do Trapo, um grupo de teatro e música que trabalha com a inclusão de idosos e portadores de deficiências funcionais em Santo André e já produziu cinco espetáculos, três DVDs, dois livros e um CD. A repórter Larissa Lemos apresenta o que dá certo no SUS para os moradores da região do ABC.

Já para os esportistas de plantão, pegue sua magrela e venha se aventurar com o repórter Igor Amâncio num passeio pelo Espaço Verde Chico Mendes, a pedagoga Tatiana Pajuelo garante que você vai se apaixonar pelo passeio. E claro, depois desse passeio, nada de comidas calorosas! Corra para a feira, que apesar de ser encontrada em números menores, a repórter Flavia Kurotori prova que elas nunca deixarão de existir.

Esperamos que você, querido leitor, deixa a razão de lado e aprenda um pouco com cada pessoa que passar pela sua vida, afinal de contas, são as nossas diferenças que nos tornam únicos e especiais.

Ótima leitura.

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Edição 44 – Ano 7 – Outubro de 2016

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EDITORIAL

Produzido por alunos do curso de Jornalismos da USCS – Universidade de São Caetano do Sul, está em mãos, a 44ª edição do jornal “Olhar Social”. Em entrevista à repórter Beatriz Felix, uma ex-paciente do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II), relembra as condições precárias e humilhantes que pacientes de manicômios viviam nos anos 80 e mostra o reconhecimento à luta antimanicomial e o alívio de estar de volta aos braços de sua família. Dor, arrependimento, sonhos inalcançados, desesperança. É isso que Camila Gomes retrata em sua crônica emocionante sobre a vida e a rotina de um morador de rua que busca, nas ruas de Santo André, dias melhores. Essa edição ainda mostra a luta social de um grupo da cidade de Rio Grande da Serra que busca reconhecimento à cultura negra nas escolas públicas. Nossa repórter, Gabriela Reis, traz à tona em suas entrevistas a importância de lutar pelos direitos, e relatos de quem sofre preconceito diariamente. A matéria de Vinícius Britto conta como o preconceito ainda existe em relação aos portadores do vírus da AIDS. E para quem ainda acredita que andar a cavalo é somente um esporte, Maria Izabel Rufino apresenta a Equoterapia e todos os seus benefícios de tratamento e suporte. Inspirando-se em programas de formação musical venezuelanos, Rogério Schiundt em entrevista à Luciana Serpeloni, fala sobre a importância do ensino musical à crianças e jovens. O Projeto Locomotiva, de Santo André, vem mudando a vida de aproximadamente 50 crianças com suas aulas e apresentações. Esperamos que você leitor, goste da edição feita com todo o carinho para a comunidade USCS.
Boa leitura!

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Edição 43 – Ano 7 – Maio de 2016

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EDITORIAL

A região metropolitana do Estado de São Paulo já pode contar com a 43ª edição do jornal “Olhar Social”, produzido por estudantes de Jornalismo da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul.

Nesta edição, destacamos a importância de pensar na sustentabilidade para um mundo melhor. A repórter Aline Batista em entrevista com o Engenheiro Altamiro Paulino Filho nos conta a importância do sistema de aquecimento solar, como funciona sua implantação, além da economia na conta de luz.

Doação, amor ao próximo, reciprocidade, é neste cenário que a Juliana Santos aborda a importância das ONGS Rapunzel Solidária e Mecha da Alegria, que recebem diariamente doações de cabelos para pacientes com câncer.

Marielle Rojas nos mostra os bastidores de um teatro independente. Sem apoio da prefeitura ou empresas, para a montagem de cenário e figurinos, os grupos arrecadam dinheiro por meio de brechós e festas. Além disso a diretora da companhia MEV, Marília Nunes, relata o trabalho duro para chamar atenção da população para os espetáculos menores.

E não podemos encerrar esse editorial sem uma pequena reflexão sobre os dias atuais: Descuido do homem e imposição de fundamentos, a culpa é minha, sua ou nossa? Seja no coração de nosso país, a tão falada Mariana ou do outro lado do mapa, na França, o mundo aos poucos caminha em meio a desastres e mortes. Fauna e flora prejudicados, atentados a vida. Queremos respeito, pessoas que lutem por dias melhores, solidariedade, cidadania. A sociedade já se cansou de dias cinzas, cercados de medo, pânico e barro. Exigimos respostas, explicações, reparos, exigimos PAZ!

Por tudo isso, esperamos que você, caro leitor, aproveite as matérias desta edição. Cada reportagem foi pensada para oferecer o que há de melhor na região. Boa leitura!

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Edição 42 – Ano 6 – Novembro de 2015


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EDITORIAL

A região metropolitana do Estado de São Paulo já pode contar com a 42a edição do jornal “Olhar Social”, produzido por estudantes de Jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul.

Nesta edição, destacamos as iniciativas do ABC na área da Cultura, como os cantores de bandas independentes entrevistados por nossa repórter Jacqueline Martins, a Casa do Hip Hop, que já existe há 16 anos em Diadema, e os saraus que mobilizam a região e brilham na matéria de João Paulo Soares. Além, é claro, dos estúdios Vera Cruz, que estão renascendo na reportagem de Carolina Gois.

Os desafios na área da Educação são apresentados por Amanda Costa, que aborda a difícil realidade de crianças autistas que estudam em escolas públicas da região. Em Economia, Nathalia Vacario conta a história de dois moradores do ABC que perderam seu emprego durante a crise e decidiram empreender.

Gabriel Nishikata mostra um olhar peculiar sobre a rotina dos vendedores ambulantes nos trens da CPTM. Amanda Lemos faz uma análise da crise hídrica e seus reflexos na região. E, para descontrair, Marielle Rojas apresenta o Parque do Guapituba, em Mauá, com toda sua diversidade.

Esperamos que você, caro leitor, aproveite as matérias desta edição. Cada reportagem foi pensada para oferecer o que há de melhor na região.

Boa leitura!

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Edição 41 – Ano 6 – Outubro de 2015

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EDITORIAL

Nas ruas mais uma edição do jornal laboratório Olhar Social, produzido pelos alunos de jornalismo da Escola de Comunicação da USCS. A primeira novidade é a seção História do Jornalismo onde Amanda Costa, Brenda Mineo, Jacqueline Martins e Caroline Gois pesquisaram sobre Jornalismo Cultural e Thais Sanches e Aline Batista sobre o lendário Chatô, outrora o rei da imprensa no Brasil.

Na editoria de Cidades temas sociais importantes e atuais são abordados: Imigração, onde Paula Lopes Oliveira fala sobre o acolhimento dos haitianos em Santo André, e Rodrigo Oliveira sobre os problemas enfrentados por São Caetano com os moradores em situação de rua; já Nelson Donato fala do Projeto Cicloviário de São Caetano e Beatriz Lucas sobre as melhorias na acessibilidade do transporte público em São Caetano do Sul. Jéssica Danesi mostra as experiências dos serviços de assessoria jurídica prestados à comunidade pelas universidades do ABC paulista.

Nos Esportes, Luan Siqueira relata a façanha da equipe de futebol do Água Santa de Diadema que numa ascensão meteórica acaba de chegar a primeira divisão do futebol paulista. Já Pedro Canfora narra a busca por espaço na elite do rugby paulista da equipe ABC Rugby da UFABC.

Em cultura os temas são variados: Amanda Melo trás as experiências do projeto cultural de Mauá que já beneficia o público da cidade, Gabriela Torres apresenta a comemoração dos 25 anos da ELT – Escola Livre de Teatro de Santo André, Bruno Grande relata os benefícios e sucessos de experiências com práticas musicais terapêuticas e, por fim, fechando a edição temos Aline Blotta contando a experiência dos jovens do Centro Audiovisual de São Bernardo do Campo na produção de videoclipes para bandas da região.

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Edição 40 – Ano 6 – Junho de 2015

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EDITORIAL

Postar para protestar

Com o crescimento da internet e a rapidez de expor uma opinião todos se acham além de donos do mundo, especialistas em política. “Sou contra a corrupção”: é uma das frases que mais aparecem na minha linha do tempo do facebook. Foi então que me surgiu a dúvida: se você é contra a corrupção é porque existe alguém abertamente a favor, não é? Eu, confesso, que nunca vi alguém que fosse abertamente favorável à corrupção.

Depois das manifestações de junho em 2013, contra o aumento dos vinte centavos na tarifa de ônibus, parece ter aumentado a militância na internet: o gigante acordou, hashtag #ForaDilma, governo corrupto etc. Mas parece que o gigante acordou, fez um protesto, tirou selfie, dormiu durante as eleições e agora bate panelas e luta contra a corrupção nas redes sociais. Quando não protestam virtualmente colocam a culpa no sistema. Disse Clóvis de Barros Filho, filósofo e professor especialista em ética: “O problema do sistema é um argumento que serve hoje como desculpa para tudo”. Colocar a culpa no sistema, então, é afirmar que o sistema político leva a práticas corruptas, sendo que há direito de escolha entre se corromper ou não.

Segundo o historiador brasileiro Leandro Karnal, a corrupção é histórica, estrutural e não é do governo. “A corrupção pertence a uma interpretação ética bastante difundida na sociedade, que envolve até andar no acostamento”. Portanto, é fácil ser ético e atacar algo que não me favorece. Se queremos realmente uma mudança vamos fazer como aconselha Gandhi, começando por nós mesmos. Furar fila, andar no acostamento, subornar um guarda de trânsito, colar na prova, comprar carteira de motorista, não me parece ser dos comportamentos mais honestos.

O fato é que fazer manifestações contra generalidades não vai chegar a lugar algum, postar uma publicação no facebook ofendendo o governo atual e sonegar impostos não faz sentido, bater panelas ao invés de discutir a situação atual não causará melhoria, ir a uma manifestação só para publicar uma foto no instagram com uma hashtag ofensiva não te fará mais cidadão e muito menos um especialista em política.

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Edição 39 – Ano 5 – Dezembro de 2014

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EDITORIAL

O Jornal Olhar Social possui o compromisso de informar a população acerca de acontecimentos sociais e fatos importantes que ocorrem na região do ABC paulista. Nesta edição, os alunos do 5º semestre de Jornalismo da USCS, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, se propuseram a tratar de diversos assuntos que retratam a atualidade, o que vivemos na região neste momento, de futebol à culinária, mas trabalhando sempre com seriedade e com o intuito de tornar acessível aos cidadãos notícias que nem sempre são destaque nas mídias vontade de contribuir para uma sociedade melhor.

A má distribuição de água e a falta de planejamento de nossos governantes têm feito com que bairros e cidades passem dias com as caixas d’água vazias. Mesmo o Brasil sendo o país com a maior quantidade de água potável do mundo, convivemos com a falta deste recurso natural desde o ano passado, e os paulistas enfrentam essa situação diariamente. Pensando nisso, a estudante Renata Teixeira encontrou maneiras criativas para economizar água, possíveis de serem realizadas por qualquer pessoa.

Além destes temas, a 39ª edição do Olhar Social conta com informações mais consumidas. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o grupo de brasileiros idosos com 60 anos ou mais será maior que o grupo de crianças com até 14 anos em 2030. E apesar dos problemas e do desrespeito que essas pessoas sofrem em nosso país, há instituições e projetos com a finalidade de incluir os idosos na sociedade, oferecendo cursos de criatividade, idiomas, psicologia, etc. Mais que ensinar uma nova atividade, essas ações de responsabilidade social colaboram para a socialização, transmitindo a esses alunos a sensação de serem úteis, devolvendo a eles a sobre a criação irresponsável de animais com pedigree, incentivando a adoção de bichos abandonados e sem raça definida.

A importância da amamentação durante os seis primeiros meses de vida de uma criança é detalhada pela aluna Marina Teodoro, que destaca os benefícios que este ato gera no futuro do indivíduo. Entretenimento, cultura, educação e lazer também são notícias em nossa edição.

Esperamos que a leitura do Jornal Olhar Social seja tão prazerosa quanto foi o planejamento e a criação das matérias aqui contidas.

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